Decreto de caducidade já foi publicado no diário oficial municipal.
Empresas alegam 'perseguição política' por parte da prefeitura.
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Duas empresas tinham concessão para prestar serviço de transporte público na capital (Foto: Ísis Capistrano/ G1)[/caption]
A prefeitura de Porto Velho concluiu o processo de anulação da concessão que autorizava as empresas Três Marias e Rio Madeira a prestar o serviço de transporte público na capital. O anúncio foi feito pelo prefeito, Mauro Nazif, durante entrevista coletiva na sexta-feira (24), quando o decreto de caducidade dos contratos foi publicado no diário oficial municipal. As empresas alegam que o encerramento se deve a "perseguição política".
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Anúncio foi feito em coletiva de imprensa na sexta (24) (Foto: Condecom/ Divulgação)[/caption]
No entanto, segundo Nazif, a quebra dos contratos aconteceu após avaliação de uma comissão especial sobre diversos itens, entre eles, idade da frota, qualidade do serviço, horários e quantidade de ônibus. A análise revelou que as empresas não cumpriam as exigências da prefeitura como, por exemplo, oferecer uma frota de 200 carros para atender a capital. Porto Velho conta atualmente com 168 veículos para transporte público.
Agora, um chamamento público emergencial será realizado para contratação de novas empresas e, posteriormente, será feito um processo licitatório definitivo. As companhias atuais poderão continuar atuando na capital no período de transição. Em relação aos funcionários das empresas, a prefeitura informou que vai trabalhar para que as outras companhias contratadas absorvam os empregados.
Perseguição política
Em nota à imprensa, o Sindicato das Empresas de Transportes de Porto Velho (SET) alegou que a quebra dos contratos se deve à uma "perseguição política com interesses desconhecidos para a contratação de uma terceira empresa sem amparo legal".
De acordo com a nota, a tentativa de contratar uma terceira companhia é recorrente e as empresas vinham buscando solução para o transporte público da capital, mas a prefeitura "não se preocupa em realizar qualquer investimento em infraestrutura e projetos de mobilidade urbana".
O documento também indaga a prefeitura quanto aos problemas da cidade como terra, lama, buracos e ausência de abrigos e calçamento que prejudicam o transporte. A nota menciona ainda a falta de recursos para manter frotas atualizadas devido à proibição do reajuste de tarifas.
Com informações: G1 Ro
Empresas alegam 'perseguição política' por parte da prefeitura.
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A prefeitura de Porto Velho concluiu o processo de anulação da concessão que autorizava as empresas Três Marias e Rio Madeira a prestar o serviço de transporte público na capital. O anúncio foi feito pelo prefeito, Mauro Nazif, durante entrevista coletiva na sexta-feira (24), quando o decreto de caducidade dos contratos foi publicado no diário oficial municipal. As empresas alegam que o encerramento se deve a "perseguição política".
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No entanto, segundo Nazif, a quebra dos contratos aconteceu após avaliação de uma comissão especial sobre diversos itens, entre eles, idade da frota, qualidade do serviço, horários e quantidade de ônibus. A análise revelou que as empresas não cumpriam as exigências da prefeitura como, por exemplo, oferecer uma frota de 200 carros para atender a capital. Porto Velho conta atualmente com 168 veículos para transporte público.
Agora, um chamamento público emergencial será realizado para contratação de novas empresas e, posteriormente, será feito um processo licitatório definitivo. As companhias atuais poderão continuar atuando na capital no período de transição. Em relação aos funcionários das empresas, a prefeitura informou que vai trabalhar para que as outras companhias contratadas absorvam os empregados.
Perseguição política
Em nota à imprensa, o Sindicato das Empresas de Transportes de Porto Velho (SET) alegou que a quebra dos contratos se deve à uma "perseguição política com interesses desconhecidos para a contratação de uma terceira empresa sem amparo legal".
De acordo com a nota, a tentativa de contratar uma terceira companhia é recorrente e as empresas vinham buscando solução para o transporte público da capital, mas a prefeitura "não se preocupa em realizar qualquer investimento em infraestrutura e projetos de mobilidade urbana".
O documento também indaga a prefeitura quanto aos problemas da cidade como terra, lama, buracos e ausência de abrigos e calçamento que prejudicam o transporte. A nota menciona ainda a falta de recursos para manter frotas atualizadas devido à proibição do reajuste de tarifas.
Com informações: G1 Ro
