Petrobrás importa 40% do combustível menos poluente.

A Petrobras estima que 60% dos postos BR tenham até o final deste ano o diesel S-10, cuja comercialização pelas distribuidoras se tornou obrigatória em janeiro.
O combustível, com menor teor de enxofre (dez partes por milhão), já abastece 51% da chamada frota cativa do país, ou seja, formada pelas empresas de ônibus e transportadoras de carga.
Apenas estão permitidas as vendas de quantidades remanescentes do diesel S-50, que se tornou obrigatório em janeiro de 2012.
A introdução do diesel S-50 e atualmente do diesel S-10 faz parte da atual legislação para a redução de emissões de poluição do Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente, que implantou a sétima fase do Proconve – Programa de Controle de Emissão de Poluentes por Veículos Automotores P 7.
Os motores, desde janeiro de 2012, quando o Proconve P 7 foi implantado, também foram modificados e seguem os padrões internacionais de redução de poluentes Euro V.
Os ônibus e caminhões Euro V emitem 80% menos materiais particulados e a queda na emissão de NOx Óxido de Nitrogênio é de 63%.
O diesel S-500, voltado a frotas não urbanas e transportes de cargas em áreas rurais, deve ter vendas reduzidas até ser retirado do mercado em 2020.
Já o diesel S – 1800 só pode ser comercializado para máquinas industriais, empresas de mineração e para mover trens. O combustível não pode ser vendido para o setor automotivo.
A Petrobras diz que investiu entre 2005 e 2012, US$ 14,5 para implantação e produção do diesel S-10 no Brasil. Entre este ano e 2017, devem ser aplicados US$ 7 bilhões para o aumento da qualidade do diesel no País.
O montante se refere à construção de estações de tratamento, refino e para o transporte e distribuição do diesel S-10.
No entanto, o País está muito longe de ser autossuficiente na produção deste tipo de combustível que permite que os ônibus e caminhões sejam menos poluentes.
O Brasil só produz 60% da demanda pelo diesel S-10.
Matéria/Imagens: Adamo Bazani (Ônibus Brasil)
A Petrobras estima que 60% dos postos BR tenham até o final deste ano o diesel S-10, cuja comercialização pelas distribuidoras se tornou obrigatória em janeiro.
O combustível, com menor teor de enxofre (dez partes por milhão), já abastece 51% da chamada frota cativa do país, ou seja, formada pelas empresas de ônibus e transportadoras de carga.
Apenas estão permitidas as vendas de quantidades remanescentes do diesel S-50, que se tornou obrigatório em janeiro de 2012.
A introdução do diesel S-50 e atualmente do diesel S-10 faz parte da atual legislação para a redução de emissões de poluição do Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente, que implantou a sétima fase do Proconve – Programa de Controle de Emissão de Poluentes por Veículos Automotores P 7.
Os motores, desde janeiro de 2012, quando o Proconve P 7 foi implantado, também foram modificados e seguem os padrões internacionais de redução de poluentes Euro V.
Os ônibus e caminhões Euro V emitem 80% menos materiais particulados e a queda na emissão de NOx Óxido de Nitrogênio é de 63%.
O diesel S-500, voltado a frotas não urbanas e transportes de cargas em áreas rurais, deve ter vendas reduzidas até ser retirado do mercado em 2020.
Já o diesel S – 1800 só pode ser comercializado para máquinas industriais, empresas de mineração e para mover trens. O combustível não pode ser vendido para o setor automotivo.
A Petrobras diz que investiu entre 2005 e 2012, US$ 14,5 para implantação e produção do diesel S-10 no Brasil. Entre este ano e 2017, devem ser aplicados US$ 7 bilhões para o aumento da qualidade do diesel no País.
O montante se refere à construção de estações de tratamento, refino e para o transporte e distribuição do diesel S-10.
No entanto, o País está muito longe de ser autossuficiente na produção deste tipo de combustível que permite que os ônibus e caminhões sejam menos poluentes.
O Brasil só produz 60% da demanda pelo diesel S-10.
Matéria/Imagens: Adamo Bazani (Ônibus Brasil)
